Ando nas ruas e vejo um deserto;
Pessoas andando sem nenhum caminho reto;
Andam tontas, vivendo este mundo inserto;
Dizem-se livres, porém estão presas a este mundo incrédulo;
Este mundo que é uma rotina;
Estas ruas que nos cercam;
Estes rios que nos inundam;
Este mundo que dá voltas, e fica sempre em voltas;
Este mundo que dá voltas, e fica sempre em voltas;
E ainda dizemos que vivemos a vida;
Será mesmo que vivemos a vida?
Viver é: estudar, trabalhar, receber, estudar, trabalhar...
Não! A vida é sim estudar, trabalhar, receber, porem...
É também, correr, voar, pensar, brincar...
Viver é: estudar, trabalhar, receber, estudar, trabalhar...
Não! A vida é sim estudar, trabalhar, receber, porem...
É também, correr, voar, pensar, brincar...
De que adiantaria chegarmos aos oitenta;
Olharmos nossos dezoito;
E sentirmos que apenas sobrevivemos;
Mas viver, isso não fizemos;
Olharmos nossos dezoito;
E sentirmos que apenas sobrevivemos;
Mas viver, isso não fizemos;
Por isso não se cerquem de ruas;
Por isso não deixem que os rios o inundem;
Não deixe que o mundo de voltas, contigo dentro;
Por isso não sobreviva;
Por isso não deixem que os rios o inundem;
Não deixe que o mundo de voltas, contigo dentro;
Por isso não sobreviva;
Corram para as alegrias que seus filhos podem lhe dar;
Voem para os paraísos, em que possam imaginar;
Voem para os paraísos, em que possam imaginar;
Sorriam como crianças, que olham os pássaros a voar;
Façam da vida uma alegria, e não apenas uma correria;Isto é viver;
Façam da vida uma alegria, e não apenas uma correria;Isto é viver;
E ai vai chegar aos oitenta e olhar os dezoito e dizer:
É eu sobrevivi;
Ou vai chegar aos oitenta e dizer;
Com alegria eu sei o que é VIVER;
É eu sobrevivi;
Ou vai chegar aos oitenta e dizer;
Com alegria eu sei o que é VIVER;
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