Na caneca, um pouco de café pra acordar
O consciente quer dormir
Mas o coração esta a pulsar
O papel na minha frente
Branco, a espera do criar
A caneta parece viva...
Começa a rabiscar
São anseios, são perguntas
São os medos, os desejos
São as respostas, e os mistérios
Da caneta a rabiscar
E o papel, que era branco
Tem história pra contar
E o menino com a caneta
Nunca para, de rabiscar
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